Eu unifico a sua operação inteira, do anúncio à base, e ponho a IA pra trabalhar em cima do todo. Aí ela para de gastar à toa e começa a dar lucro.
A operação roda, a verba gira, o dashboard pisca. E as perguntas simples continuam sem dono.
Você comemora na sexta e não consegue repetir no mês seguinte.
Você mexe em cinco coisas de uma vez e nunca descobre qual resolveu.
Ninguém sabe dizer se foi o ângulo, a oferta ou só a semana.
Não dá. Precisa fazer caixa.
Não é medo de errar. É não saber como arrumar o trem com ele andando.
Não é teoria de consultor. É a operação inteira unificada, com a IA decidindo em cima do todo. IA em cima de pedaço é gasto. Em cima do todo, é lucro.
Foi assim que ele nasceu: na operação dos R$ 800 mil, a oferta entrava no vídeo depois do minuto em que a maioria já tinha saído. O anúncio mostrava clique saudável. O checkout mostrava conversão estável. O dinheiro sumia no espaço entre os dois. Unificada a operação, o buraco apareceu. A VSL foi refeita em cima da leitura e, no dia seguinte, o lucro saiu de R$ 500 pra R$ 12 mil. Num dia. Nenhuma IA acha isso sozinha lendo tela solta.
Ela só não aparece no cartão. Aparece espalhada em quatro lugares, todo mês, sem nota fiscal.
Quanto custa um mês disso?
Você sabe a sua verba. Agora lembra que o teste repetido, a IA que erra, a semana de produção jogada e o erro escalado moram todos dentro dela, na linha que você chama de investimento. A conta é sua. Eu só marco onde ela sangra.
Se cancelar todas as IAs amanhã, o que muda no seu faturamento?
Por que o seu melhor mês foi o melhor?
Se o investimento dobrar amanhã, você sabe onde colocar?
Se você travou em alguma, não é falta de ferramenta nem de esforço. É a resposta espalhada em cinco pedaços que não se falam. Com a operação unificada, ela leva um minuto.

Comecei em 2019 como social media numa empresa de consignado e nunca fiz outra coisa. Marketing direto, lançamento e evento ao vivo, sempre do mesmo lado: o de dentro da conta.
Já passaram mais de R$ 20 milhões por essa mão. Hoje eu faço uma coisa só: unifico a operação inteira e ponho a IA pra decidir em cima do todo.
Um perpétuo montado do zero numa operação de infoproduto que faturou R$ 800 mil em 5 meses, com R$ 200 mil de lucro num único mês. Sem trocar de ferramenta e sem contratar ninguém: relendo o funil, reposicionando a oferta no minuto certo do vídeo e reativando a base que já existia.
Nessa ordem, sempre. Ninguém instala IA antes de saber onde ela dá lucro.
Uma call de 60 minutos e acesso de visualização nas contas. Depois eu sumo por sete dias, sempre na mesma ordem: primeiro a receita, depois o que conecta, depois quem faz o quê. Você toca a operação e me vê de novo na entrega.
Pra quem o diagnóstico mandar seguir. Eu entro com o seu time, unifico a operação e deixo a IA trabalhando onde ela dá lucro: nos três sistemas que o diagnóstico apontar primeiro.



Aqui não tem botão de propósito: ninguém compra implantação nesta página. Só entra quem o diagnóstico mandar seguir.
Não é boa vontade, é conta. Se eu entro numa operação que queima verba todo dia e não acho nada que valha mais do que cobrei, eu não deveria ter cobrado. Você fica com o plano do mesmo jeito. É seu.
Operação rodando verba todos os dias
Faturamento acima de 30 mil por mês
Time que executa quando alguém aponta a direção
Quem ainda não roda tráfego todo dia
Quem procura fórmula ou hack da semana
Quem quer terceirizar o botão, não a leitura
Quatro campos. Cai no meu WhatsApp já escrito. Eu leio e respondo eu mesmo em até 24 horas úteis. Se não for pra mim, falo na primeira mensagem em vez de te puxar pra uma call.